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<article id="xacc-apar">
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<artheader>
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<title>Contas a Pagar/Contas a Receber</title>
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</artheader>
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<para>C/R (Contas a Receber) e C/P (Contas a Pagar) são utilizadas
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por empresas para registar vendas pelas quais não serão imediatamente
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pagas, ou para registar contas que receberam, mas apenas irão pagar
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mais tarde. Este tipo de contas é utilizado principalmente quando
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você tem muitas facturas e recibos a entrar e sair, e não lhes deseja
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perder o controlo apenas porque não as paga/é pago imediatamente.</para>
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<para>Para a maior parte dos utilizadores domésticos, C/R e C/P são demasiado
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complicadas e confusas para valerem o esforço.
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</para>
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<sect1 id="xacc-ardef">
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<title> Contas a Receber</title>
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<para>Vamos assumir que em vez de requerer que os seus clientes
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lhe paguem <emphasis>imediatamente,</emphasis> em dinheiro,
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lhes emite uma factura e lhes dá 30 dias para efectuar o pagamento.
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(Após 30 dias, podemos começar a cobrar juros e a enviar cartas de
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caloteiro :-)). Quando efectuamos uma venda, as duas contas afectadas
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são <emphasis>Vendas</emphasis> (uma conta de receitas) e
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<emphasis>Contas a Receber.</emphasis> Contas a Receber são
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activos, mas não são líquidos pois não os pode vender imediatamente,
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e certamente não são dinheiro. Quando o cliente paga a factura, você
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transfere o montante de C/R para Dinheiro. Isto é feito em dois passos
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pois você decidiu efectuar a sua contabilidade na base da efectivação
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e não no do dinheiro. Isto deve-se a que a maioria das suas transacções
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não se baseiam apenas em dinheiro trocar de mãos, mas antes em
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<emphasis>contrair obrigações (ou dívidas).</emphasis>
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</para>
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<para>Em operações mais sofisticadas, pode existir uma muito mais
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complexa sequência de documentos gerados e acompanhados:
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<itemizedlist>
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<listitem>
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<para>Um cliente envia uma <emphasis>Ordem de Compra</emphasis>,
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que autoriza a compra.
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</para>
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</listitem>
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<listitem>
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<para>Uma <emphasis>Ordem de Produção</emphasis> calendariza a produção
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do que quer que seja que o cliente deseja adquirir.
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</para>
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</listitem>
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<listitem>
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<para>Uma <emphasis>Guia de Remessa</emphasis> é emitida, para enviar os
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bens para o cliente.
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</para>
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</listitem>
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<listitem>
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<para>Uma vez enviados, uma <emphasis>Factura</emphasis> é emitida, representando
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um <emphasis>pedido de pagamento</emphasis>.
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</para>
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</listitem>
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</itemizedlist>
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</para>
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<para>As vendas são registadas assim que ocorrem. Infelizmente, você
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pode acabar por vender produtos a operadores mal-intencionados
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desconhecendo tal facto, e ficar com uma "dívida incobrável".
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Por forma a determinar que partes das Contas a Receber parecem
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estar mais em risco, é normal organizar as C/R baseadas na "idade"
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das dívidas, sendo comum a segmentação em várias idades, de
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pagamentos em aberto à 0-30 dias, em aberto à 31-60 dias, 61-90 dias,
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e depois aqueles que estão <emphasis>mesmo atrasados.</emphasis>
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A dada altura, poderá tornar-se óbvio que o cliente nunca irá pagar
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o que deve, e temos de registar a dívida como <emphasis>Dívida Incobrável.</emphasis>
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Nessa altura, é normal registar a entrada da seguinte forma:
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(Atenção às especificidades da lei portuguesa sobre prazos de incobrabilidade)
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<table>
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<title>Exemplo de Custo de Dívida Incobrável</title>
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<tgroup cols="3">
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<thead>
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<row>
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<entry>Conta</entry>
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<entry>Déb.</entry>
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<entry>Créd.</entry>
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</row>
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</thead>
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<tbody>
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<row>
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<entry>Custo de Dív. Incobrável</entry>
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<entry>100,000$</entry>
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<entry> </entry>
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</row>
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<row>
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<entry> </entry>
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</row>
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<row>
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<entry>Contas a Receber</entry>
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<entry> </entry>
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<entry>100,000$</entry>
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</row>
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</tbody>
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</tgroup>
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</table>
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</para>
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<para>Poderia ter reduzido as <emphasis>Receitas de Vendas</emphasis>, mas
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as empresas tendem a preferir controlar especificamente os montantes
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que vão perdendo para maus clientes.
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</para>
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<para><emphasis>Aviso: <emphasis>Conceito Contabilístico Avançado.</emphasis>
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Dívidas Incobráveis são um exemplo de uma "contra-conta". Não nos
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referimos a <emphasis>montantes pagos aos rebeldes na Niquerágua,</emphasis>
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mas antes ao conceito de que a conta é uma conta de receita que é
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esperado conter um saldo oposto ao que normalmente deveria, para que
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contra-balance o saldo de outra conta de receitas.
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<link linkend="xacc-depreciation">Amortizações Acumuladas,</link> utilizada
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para reduzir o valor de um activo ao longo do tempo, é outro exemplo de
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uma contra-conta.</emphasis>
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</para>
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</sect1>
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<sect1 id="xacc-ar">
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<title> Contas a Pagar</title>
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<para>Para ver como a Contas a Pagar funciona, inverta o cenário das
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Contas a Receber: troque o cliente com o vendedor.
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<itemizedlist>
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<listitem>
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<para>Se comprar mercadorias "por conta," a contabilidade por efectivação
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requer que registe a despesa imediatamente. Em vez de diminuir o
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dinheiro, coloque o crédito na conta <emphasis>Contas a Pagar</emphasis>.
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</para>
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</listitem>
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<listitem>
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<para>Passadas três semanas, chega a factura. Você emite um pagamento,
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<emphasis>debitando C/P e creditando Dinheiro.</emphasis>
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</para>
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</listitem>
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</itemizedlist>
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</para>
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</sect1>
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<sect1 id="xacc-prepaidexpenses">
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<title> Despesas Pré-Pagas</title>
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<para> </para>
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<para>O mesmo tipo de técnicas são utilizadas para despesas pré-pagas.
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Se tiver de pagar seis meses de renda antecipadamente, isso é
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tratado como um "activo diferido".
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<itemizedlist>
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<listitem>
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<para> No momento do pagamento, você <emphasis>debita</emphasis>
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<emphasis>Renda Pré-Paga</emphasis> pelo montante pago,
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que é um <emphasis>crédito</emphasis> ao <emphasis>Dinheiro.</emphasis>
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Isto coloca um belo rombo na sua conta de Dinheiro, mas <emphasis>realmente</emphasis>
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é apresentada nas contas como um activo, e não existem mais pagamentos
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a efectuar nos próximos seis meses.
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</para>
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</listitem>
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<listitem>
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<para>Todos os meses, o saldo da <emphasis>Renda Pré-Paga</emphasis> é
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reduzido <emphasis>debitando</emphasis> <emphasis>Despesas de Renda</emphasis>
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e <emphasis>creditando</emphasis> <emphasis>Renda Pré-Paga</emphasis>.
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</para>
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</listitem>
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</itemizedlist>
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</para>
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<para>Da mesma forma, as empresas retêm impostos sobre os ordenados dos
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funcionários (IRS), e guardam-nos numa conta bancária especial.
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<itemizedlist>
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<listitem>
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<para><emphasis>Esse</emphasis> dinheiro não é da empresa, pelo que é feito um
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<emphasis>débito</emphasis> à conta de <emphasis>Dinheiro</emphasis> e um
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<emphasis>Crédito</emphasis> a um Passivo Diferido, nomeadamente,
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<emphasis>Retenção de Impostos Sobre o Rendimento</emphasis>.
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</para>
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</listitem>
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<listitem>
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<para>Quando a empresa envia ao Governo o seu cheque de trimestral de impostos
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sobre os rendimentos, <emphasis>Retenção de Impostos Sobre o Rendimento</emphasis>
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diminui, tal como o balanço da <emphasis>Conta de Cheques</emphasis>.
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</para>
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</listitem>
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</itemizedlist>
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</para>
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</sect1>
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</article>
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<!-- Local variables: -->
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<!-- sgml-parent-document: "gnucash.sgml" -->
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